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jonserr2.jpgA associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha (GCJS) foi criada em 2000 com o objetivo de dar continuidade aos trabalhos de preservação do patrimônio histórico do jongo e assistência social desenvolvidos há mais de 40 anos por Vovó Maria Joana Rezadeira e Mestre Darcy do Jongo.
Com sete anos de existência, a ONG já recebeu diversos prêmios entre eles o Itaú-Unicef e a Medalha de Ordem ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura. O GCJS tem duas missões institucionais: educar e capacitar crianças e jovens e preservar o jongo como Patrimônio Imaterial. Como estratégia, desenvolve atividades de arte-educação e memória oral diárias e cria produtos como discos, livros, filmes e espetáculos que envolvam, da criação à produção, moradores da Serrinha. A Escola de Jongo funciona em 3 espaços da comunidade: no Centro Cultural Jongo da Serrinha, na Biblioteca Comunitária Resistência Cultural da Serrinha e no Terreiro Vovó Maria Joana. O projeto é financiado pelo Ministério da Cultura, Prefeitura do Rio e Criança Esperança e sua base pedagógica é a cultura afro e as tradições e memória da Serrinha.
Este disco foi lançado em 2002, produzido independente pelo prórpio Jongo da Serrinha e foi o primeiro de jongo do país. COntudo, a edição de 4 mil cópias está esgotada.
O jongo é uma herança cultural trazida da África pelos negros bantus, da região do Congo-Angola, para as fazendas de café do Vale do Paraíba durante o período da escravidão. Com a Abolição, muitos libertos migraram para a então capital do país, o Rio de Janeiro, formando as primeiras favelas cariocas. Considerado como o ritmo “pai do samba”, o jongo quase foi extinto durante o século passado.
O Morro da Serrinha, em Madureira, na zona norte, é uma destas favelas centenárias da cidade do RIo e o único núcleo tradicional de jongo da cidade. Contudo, em 2005, o jongo foi tombado pelo IPHAN como o primeiro Bem Imaterial do Estado do Rio e as ações positivas de divulgação do Jongo da Serrinha vêm fortalecendo esta tradição.

Fonte: http://www.jongodaserrinha.org.br e http://www.overmundo.com.br/banco/cd-jongo-da-serrinha

Faixas:

01. Bendito / Pisei na Pedra / Boi Preto / Eu Chorei
02. Vapor da Paraíba
03. Guiomar
04. Caxambu de Sá Maria
05. Ai Morena / 13 de Maio
06. Finca Tenda (Seu Vito) / É de Lorena / Jongueiro Bom
07. Caxinguelê
08. Coitado do Zé Maria
09. Eu num é Doutô / Desaforo / Carnero tá na Serra
10. Mamãe Foi Pro Jongo / Papai Subiu o Morro de São José / Maria Sunga a Saia / Eu Tenho Pena
11. Saracura
12. Bana Cum Lenço / Vou Caminhar / Bênção de Deus

Som Negro para você!

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capa-peq.jpgTrilha sonora de Hotel Ruanda, filme que narra como no ano de 1994, um conflito político levou à morte quase um milhão de ruandeses, em apenas cem dias. O mundo fechou os olhos para Ruanda. Mas um homem abriu seus braços e coração e fez a diferença. Paul Rusesabagina (Don Cheadle) era gerente do Hotel Milles Collines, em Kigali, capital de Ruanda, quando o conflito começou. Munido apenas da sua coragem, ele protegeu quem chegava ao hotel, adultos e crianças, mas de mil e duzentos adultos e crianças. Indicado a três Oscar®, Hotel Ruanda conta a história real de Paul para contar a história de Ruanda, como um alerta ao mundo.

Trilha quase toda original, com compositores africanos, e grupos de estilos distintos. Muita música africana, misturada com composição de cinema, o que deu um som extraordinário. Destaque para as musicas do Afro Celt Sound System e as composições de Andrea Guerra. E a trilha principal que Wyclef Jean representou. Simplesmente demais!

Faixas:

1. Afro Celt Sound System & Dorothee Munyaneza – Mama Ararira Medley
2. Dorothee & Ben Munyaneza – Mwali We!
3. Wyclef Jean – Million Voices
4. Rupert Gregson-Williams – Interhamwe Attack
5. Deborah Cox – Nobody Cares
6. Yvonne Chaka Chaka – Umqombothi (African Beer)
7. Afro Celt Sound System – The Road to Exile
8. Whispered Song (Burundi Traditional)
9. Andrea Guerra – Finale
10. Rupert Gregson-Williams – Ambush
11. Tilly Key – Ne Me Laisse Pas Seule Ici (Don’t Leave Me Here by Myself)
12. Isonga – Mwari Sigaramahoro
13. Bernard Kabanda – Olugendo LW’E Bulaya (The Journey to Europe)
14. Andrea Guerra – Children Found
15. Icyibo [Performance as Featured in the Film]

Som Negro para você!

the-very-best-ladysmith-black-mambazo.jpgO cd Very Best of Ladysmith Black Mabazo – Rain, Rain, Beautiful Rain é um album duplo, com várias faixas gravadas no estilo a capella, pelo grupo Ladysmith Black Mambazo da África do Sul. Foi gravado na Inglaterra em novembro 2004, para coincidir com a excursão do grupo ao Reino Unido naquela época. O álbum contem muitas canções bem conhecidas do grupo, principalmente dos anos 80 até versões recentemente gravadas (e algumas trilhas dos anos 70), como o “Homeless” (conhecida aqui no Brasil como tema de abertura da fantástica minissérie Raízes, exibida no SBT nos anos 80, de autoria do líder do Mambazo, Joseph Shabalala e Paul Simon), “Nomathemba”, e muito mais.

Disco: 1

01. Rain rain Beautiful Rain
02. How long ….
03. Inkanyezi Nezazi
04. Swing Low Sweet Chariot
05. Nkosi Sikel’l – Africa Shosholoza
06. Hello My Baby
07. Knockin On Heavens Door
08. Music Knows No Boundaries
09. Sisesiqhingini
10. Wenza ngani
11. Homeless
12. Halala South Africa
13. Isimanga Salomhlaba
14. Dlondlobala njalo – remix
15. Amazing Grace
16. Silent Night

Disco: 2

01. Diamonds On The Soles Of Her Shoes
02. Mbube
03. Qed’usizi
04. New York City
05. Aint No Sunshine
06. Iningi liyabon Ububende
07. Udidekil’umhlaba
08. Because I Love You
09. Lifiklie Ivangeli – The Gospel has arrived
10. Chain Gang
11. Oh Happy Day
12. Abezizwa – remix
13. Isamanga Sikathewane
14. Black is Beautiful
15. Halleluya
16. Nomathemba

Som Negro para você!

afrikafunk.jpgA receita é interessante: pegue músicos africanos, tempere-os com bastante James Brown e funk norte-americano, agite e deixe o som rolar. Afro beat, rhythm & blues de qualidade é o que promete essa compilação. Africafunk: The original sound of 1970’s funky Africa foi lançada em 1998 pela Harmless. São vários artistas, como Peter King, Wali & the African Carnival, Fela Kuti, Manu Dibango e Mulatu Astatqé, fazendo música boa para ouvir e dançar muito. Destaque para a faixa três (Hail the King), em que as flautas e tambores nos dão a sensação de uma perseguição em plena selva; e para a faixa sete (Expensive Shit), um fantástico groove instrumental com mais de treze minutos de pura black music made in África. Você não vai ficar parado.

Som Negro para você!

richard-bona-tiki.jpgConsiderado um dos maiores baixistas do Mundo, este talentoso músico é chamado de “o monstro”. Só que este “monstro” tem coração… Poucos músicos reúnem tanto consenso como este camaronês, cujo talento tem sido reconhecido nas atuações com alguns dos mais importantes nomes da música atual. Bona construiu um percurso musical único. Na fronteira do jazz, criou uma música com impressões digitais que a transformam e que a tornam carismática e inconfundível, temperando-a com um gostinho genuinamente universal.

Neste álbum, “Tiki”, Bona transporta-nos aos mais profundos meandros da África, local de mitos e intimidade ancestral.E não se pode esquecer, naturalmente, a importância da sua banda inter-racial, composta por músicos provenientes de África, da América e da Europa, com quem o artista cria um mapa de sonoridades muito características, no qual o público é convidado a participar ativamente. Multi-instrumentista, compositor e exímio contrabaixista, Bona possui uma voz suave, à qual não será alheia uma pitada de nostalgia.

“Imaginem um artista com a virtuosidade de Jaco Pastorious, a fluidez vocal de George Benson, o sentido musical e de harmonia de João Gilberto, e tudo misturado com a cultura africana. Senhoras e senhores, eis Richard Bona!”
Los Angeles Times

Faixas

01. Please Don´t Stop
02. Dipama
03. Tiki
04. Kivu
05. O Beta O Siba
06. Esoka Bulu (Night Whisper)
07. O Sen Sen Sen
08. Manyaka o Brazil
09. Three Women
10. Ba Senge
11. Ida Bato (Ancient Song 1789)
12. Akwa Samba Yaya
13. Calçadão de Copacabana
14. Samaouma
15. Nu Sango

Som Negro para você!

afro_portuguese.jpgDesde Lisboa até Luanda, uma cativante viagem musical às antigas colônias portuguesas na África.

A música das antigas colônias portuguesas na África – Cabo Verde, Angola, Guiné Bissau e Moçambique – combina sons africanos, portugueses e brasileiros para criar uma das mais belas músicas que o mundo tem para oferecer. Este disco apresenta algumas das figuras mais importantes da música africana contemporânea, assim como artistas desconhecidos fora da África, capturando a magia de um mundo musical único.

Faixas:

1. Paulo Flores – Ze Inacio
2. Mabulu – Maldeyeni
3. Eneida Marta – Na Bu Mons
4. Mendes Brothers – Cor Di Rosa
5. Ruy Mingas – Homenagem A Liceu Vieira Dias
6. Agusto Cego – Nha Fidjo
7. Banda Maravilha – Canta Forte
8. Manecas Costa – Ermons Di Terra
9. Bidinte – Considjo Di Garandis
10. Dulce Neves – N´tchanha
11. Ze Manel – Bu Fidjo Femia
12. Leonel Alemeida – Ti Jom Poca
13. Jovino Dos Santos – Africa Mamae

Som Negro para você!

south-african-legends.jpgUm tributo retrospectivo aos artistas de um dos países mais influentes no mundo da música.
Da África do Sul, um dos países com maior influência no mundo da música, saíram algumas das figuras mais importantes da música popular do nosso tempo. Desde os êxitos internacionais de Miriam Makeba e Hugh Masekela na década de 60 até os impactantes trabalhos de Juluka e Paul Simon com Ladysmith Black Mambazo nos anos 80, a música sul africana tem levado a milhões de pessoas a conhecer os sons do mundo.
South African Legends é um olhar retrospectivo ao trabalho de artistas que são famosos em seu país e no exterior, e mais, alguns deles já são lendas mundiais. South African Legends é também um tributo a um país cuja história política e social nos ensinou a importância da perseverança na luta o triunfo da justiça social. Este trabalho resgata o valor de uma terra onde a alegría e a música tem servido de inspiração e alívio para milhões de pessoas que lutam por uma vida melhor.

Faixas:

1. Soul Brothers – Idlozi
2. Mahlathini & The Mahotella Queens – Mbaqanga
3. Vusi Mahlasela – Kuyobanjani Na?
4. Mahotella Queens – Mbube
5. West Nkosi – Mazuzu
6. Hugh Masekela – Chileshe
7. Lucky Dube – My Game
8. Johnny Clegg & Juluka – Gijim’beke
9. Miriam Makeba – Unhome
10. Ladysmith Black Mambazo – Abantwana Basethempeleni

Som Negro para você!

tama-nostalgie.jpg[texto publicado originalmente na extinta revista “Voice” em Maio de 1999]

Apesar da fusão existente entre o coração do império mandinga (algures entre o Mali e a Guiné Bissau) e a modernidade ocidental, “Nostalgie” mantém bem conservada toda a estrutura oriunda de África, sobressaindo a experiência e maturidade deste trio – TOM DIAKITÉ (do Mali, kora e n’goni), DJANUNO DABO (da Guiné Bissau, percussões) e SAM MILLS (de Inglaterra, guitarra) – em construir um disco tão enraizado quanto diversificado. O passado partilhado em palco com SALIF KEITA e MORI KANTE (por parte de TOMI) e ANGELIQUE KIDJO (por parte de DJANUNO) não os fez sofrer da síndrome da afro-europeização, entenda-se afro-francofonização. Até SAM MILLS (um dos fundadores dos experiementalistas ingleses dos anos 80, 23 SKIDOO), cujas experiências tecnológicas com o indiano PABAN DAS BAUL se aproximavam de um formato de fusão mais vistoso, está agora mais discreto, encarregando-se de pequenos pormenores. “Nostalgie” tem funk, blues, momentos de piano mais ‘jazzísticos’, vozes wassoulou carregadas de misticismo, muita ambiência à mistura, dominada pela guitarra (quase infinita, a la MICHAEL BROOK) de MILLS e pela filtragem em maquinaria de sons de hammonds, violoncelos, alaúdes. Tudo isto feito com um nível de refinamento elevado e global, assente em solo africano.

Faixas:

1. Nostalgie
2. Ta’aba
3. Idjo
4. Tama
5. Dambe
6. Soninke
7. Boula
8. Koko
9. Att (Amadou Toumani Toure)
10. Ta’aba (Radio Mix)

Som Negro para você!

african-groove1.jpgA tecnologia une-se aos ritmos tribais nesta fusão da música africana dance, eletrônica, hip-hop e funk.

O cd African Groove é uma coleão de músicas africanas que ressaltam as maneiras que o som moderno se fundiu com as tradições africanas. African Groove apresenta músicos africanos que experimentam com o hip-hop, os remixes e a programacão eletrônica como assim também artistas internacionais da música tecno que têm utilizado ritmos e estilos da África como inspiracão da música que marca tendências nas discotecas.

Faixas:

1. Issa Bagayogo  Saye Mogo Bana • (Mali)
2. Badenya  Boroto • (Burkina Faso)
3. Madeka  Mokote • (Ivory Coast)
4. Julien Jacob  Kalicom • (Benin)
5. A Peace of Ebony  Vadzimu • (Zimbabwe)
6. Hardstone  Uhiki • (Kenya)
7. Positive Black Soul  Wouyouma • (Senegal)
8. Dady Mimbo  Bouba (Cool) • (Cameroon)
9. Thievery Corporation  The Lagos Communique • (USA)
10. The Pleb  One for Senegal • (Italy/Senegal)
11. African Rhythm Travellers  Khululuma • (South Africa)
12. Ndumiso  Mofolo Hall • (South Africa)

Som Negro para você!

5118r2r6c5l_aa240_.jpgUma alegre celebração à música de um continente extraordinário.

Não se pode negar a influência que a África tem sido na música do mundo. A lista de gêneros com raízes na música africana é infinita: jazz, blues, rock and roll, gospel, salsa, samba, funk, hip-hop, reggae, zydeco, zouk, entre outros. África o lar de inúmeros estilos, e ainda hoje é uma das maiores usinas criativas do planeta.

A tradição ainda tem um papel importante na atual música africana, muitas influências estrangeiras chegam até o continente, ainda que ironicamente, muitas destas músicas têm origem africana. Estas influências não são senão filhos pródigos retornando a seu lar.
Este cd inclui jazz, reggae, hip-hop, funk y salsa, que servirão de estímulo para continuar explorando a riqueza e a variedade da música africana.

Faixas:

1. Oliver Mtukudzi – Ndima Ndapedza
2. Soul Brothers – Thandaza
3. Afia Mala – Segne
4. Johnny Clegg & Juluka – Love is Just a Dream
5. 4 Etoiles – Doly
6. Samba Ngo – Sa Ntima
7. Habib Koité – Wassiye
8. Oom – Anoma
9. Diaou Kouyate – Gafale
10. Henri Dikongue – Francoise
11. Sam Mangwana – Ya Mbemba
12. Ricardo Lemvo & Makina Loca – Manuela

Som Negro para você!